segunda-feira, 6 de junho de 2011

infografia final



Esta proposta de trabalho foi realizada com a minha colega Catarina Cruz e trata da rede social Facebook. Procuramos explicar ao leitor como funciona a rede, o que é permitido fazer lá e damos ainda a conhecer alguns dados estatísticos sobre o site que tem-se tornado um fenómeno de adesão em todo o mundo.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Proposta final - Infografia - Recolha de Exemplos

O ultimo trabalho do semestre será uma infografia e será realizado com a minha habitual colega de trabalho, Catarina Cruz da Turma 2. O tema da nossa infografia será O que é o Facebook e como o utilizar, como um manual de instruções para a utilização do mesmo.
Resolvi também recolher alguns exemplos para ter como base uma boa infografia.
















segunda-feira, 25 de abril de 2011

Terceira proposta - Trabalho de pesquisa

A cor está em todos os sitios, em todos os objectos e embora não nos apercebamos da importância dela, a verdade é que´a cor desemprenha um papel fulcral, é ela que torna um objecto unico, que o diferencia de outros, que os identifica,muitas vezes é também a cor que permite ou não fazer certas cores. Sem nos apercebermos, estamos condicionados por vários factores ao longo da nossa vida e a cor é um deles.


Quando falamos da cor, não podemos nunca deixar de referir a mundialmente conhecida pelas suas revolucionáris campanhas e mesmo produtos que misturam todo o tipo de cores.


Como já disse identifica caracteristicas visiveis das pessoas como por exemplo à cor do cabelo que varia bastante de pessoa para pessoa.



As proprias bandeiras que representam cada pais, se repararmos estão cheias de cor que associamos a este ou aquele pais. É também, mais uma vez uma forma unica de representação



A gama disponivel de alimentos nossos conhecidos tem também uma cor subjacente a eles proprios. temos por exemplo específico caso da laranja e do limão, que se não fosse a cor distinta de ambos, nao haveria nda que os distinguisse anão ser o sabor, visto a sua aparecia ser identica.





Os p´roprio sinais de transito são ricos em cor com um significado subjacente a estas. Sabemos que o vermelho proibe algo, o verde, tem permissao para algo e o amarelo indica precaução. Tudo isto significados que são rapidamente dados através da identificação da cor



Mais uma vez, e agora com as flores, apesar das suaa infinitas formas, correspondem-lhes respectivamente também infinitas cores, o que faz com que as flores sejam conhecidas pela sua beleza, muito por causa da cor que estas apresentam.



A cor já chegou também ao fenómeno (i-)cupcake !!

Terceira Proposta - Terceira Imagem



A primeira imagem trata de uma mulher vestida de noiva, sendo que atrás as escadas estão apresentadas a preto e branco, não chamando muito a atenção do observador.
Com o objectivo de mudar a mensagem que a imagem transmite, procurámos mudar a cor do vestido da mulher, tornando-o azul turquesa. Com um vestido comprido desta cor, deixa de se tratar de uma noiva, uma vez que esta é normalmente associada à cor branca e vestida dessa mesma cor. Assim com um vestido mais colorido e perturbador passa a ser vista uma mulher vestida formalmente para uma festa ou um baile de gala. Também as escadas mereceram uma cor mais amarela, nuns tons mais sépia, dando o efeito de luminosidade e tornando o ambiente à volta da mulher mais glamouroso. Também o facto da luz se tornar mais amarela, transmite mais atenção para a pessoa em questão uma vez que sugere que esta é o centro das atenções, sendo que os ''holofotes'' apontam para ela.

Com a manipulação de cor do fundo e do vestido da mulher mudámos completamente a mensagem transmitida pela imagem, estando por isso o objectivo do trabalho cumprido.

Terceira Proposta - Segunda Imagem



A primeira imagem apresenta um campo verde e iluminado onde três crianças andam de mãos dadas e parecem aparentemente felizes. Trata-se de um lindo dia de sol os três correm pelos campos cobertos de flores.
Apenas com a hipótese de recorrer à manipulação de cor para transformar a mensagem da imagem, procurámos mudá-la ao ponto de apresentarmos um campo escuro, sombrio, onde três crianças correm fugindo de algo de noite. Começámos por escurecer bastante o campo, fazendo-o por etapas, sendo que nem todos os verdes eram iguais e era necessário um cuidado especial para os escurecer. Não se tratou só de escurecer, pois os próprios verdes do campo ficaram com um efeito em tons frios e azuis, remetendo isto para a luz típica da noite, do luar. Também o plano de fundo se tornou mais escuro e mesmo as roupas das crianças, agora sem a iluminação do sol, deixaram de ser tão coloridas. A imagem tornou-se bastante mais escura com o objectivo de realçar a ideia de se tratar de uma noite escura, transmitindo medo e a sensação de perigo pelas crianças. Estas podem estar eventualmente na segunda imagem a fugir de algo, parecendo que ao darem as mãos estão com medo do ambiente que as envolve.

Com a manipulação de cor mudámos a mensagem da imagem, sendo que um campo colorido com três crianças a brincar num dia de sol, se tornou numa paisagem sombria, numa noite assustadora com as mesmas três a correr com medo no meio de um bosque.

Terceira Proposta - Primeira Imagem




A primeira imagem é de uma série chamada Lost, traduzida em português por Perdidos, onde muito resumidamente os vários episódios tratam de um grupo de pessoas que ficam presas – perdidos – dentro de uma ilha deserta, procurando desesperadamente a saída. Como tal, a imagem que representa a série tem uma carga bastante pesada quanto à sua cor, marcando assim o suspense, o drama e também o desespero que vai sendo reconhecido ao longo da historia.
O nosso objectivo neste trabalho era mudar o sentido da imagem, recorrendo apenas à mudança de cor. Quisemos tornar esta imagem mais agradável,encontrando um significado completamente oposto a perdido, ou seja, algo que remetesse para um ambiente positivo e inerente a qualquer um de nós. O facto de o próprio céu ficar mais claro alivia significativamente a imagem, tendo assim uma menor agressividade numa primeira análise. As letras foram também bastante clareadas e foi dada à imagem um pouco mais de luz de forma a tornar mais uma vez uma imagem leve, agradável e de certa forma também divertida. As pessoas e o solo foram também bastante clareados, tornando assim todos os aspectos da imagem um pouco mais sugestivos à nossa visão.

Pensamos que assim conseguimos facilmente mudar o significado da imagem, tornando-a mais agradável, alegre e leve apenas com a cor. Destacamos a incrível importância da cor numa imagem, transformando-a rapidamente de uma imagem forte com um significado negativo, a uma imagem bastante mais leve e prazerosa ao olhar. A palavra LOST deixa de fazer sentido na segunda imagem, a não ser que se trate de um grupo perdido num paraiso ou num local agradável e não sombrio como é o que acontecesse na serie em questão.

Terceira proposta - COR

A terceira proposta consiste na mudança do significado de uma imagem apenas com a manipulação da cor na mesma.Estas foram as três imagens escolhidas








segunda-feira, 11 de abril de 2011

Proposta de trabalho 2 - Ricardo Reis

Ricardo Reis

      Ricardo Reis, o heterónimo mais disciplinado e moderado quanto às suas emoções, contem-se em todos os seus poemas, negando assim todo o tipo de sofrimento que os sentimentos lhe poderão causar. Defensor da efemeridade da vida e dos momentos, desprende-se assim dos compromissos sociais e objectivos que exigem esforço. Aproveita assim a vida à media res sem grandes oscilações emocionais.
      Os versos que nos foram propostos para trabalhar tipograficamente foram “Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim - à beira-rio, Pagã triste e com flores no regaço” . Apenas com uma rápida leitura podemos realmente verificar a efemeridade e leveza que Ricardo Reis retrata nos seus versos.
      Desde o primeiro momento que quisemos fazer com que o resultado do nosso trabalho tipográfico fosse bastante leve, com uma ideia de movimento e inconstância. A imagem principal da nossa composição é o enquadramento da figura da “pagã triste”, ou seja da mesma forma que podemos ler, podemos também ver uma pagã triste. Utilizamos o “G” de pagã para dar forma ao seu corpo interagindo com as diferentes letras, sendo assim um elo de ligação entre os diferentes componentes tipográficos.
      Saltando agora de novo para o início do poema, identificamos a primeira palavra “ser-me-ás” como a palavra mais sólida da composição, segundo a nossa análise, esta palavra seria a componente mais ligada ao autor, assim sendo mais próxima e carregada. Seguidamente temos a palavra “suave”, é a introdução para a simplicidade e constante mudança e efemeridade dos versos. “Suave” está assim representada como uma palavra que se desvanece ao longo do tempo, sendo assim bastante atenuante à memória de cada um.

      “à memoria, lembrando-te assim à beira-rio” está agora representada em forma de corrente de um rio, para dar a ideia de movimento, constante mudança e também uma rápida passagem pela vida de cada um. Todos nós sabemos que a memória não é tangível e está em constante construção e mudança, assim sendo, a corrente de um rio, foi a forma mais fácil de a representar.
      A palavra “triste” que é incluída na figura da pagã triste com flores no regaço, que esta aqui identificada com lágrimas, podemos ver a nossa figura a chorar, apenas com os elementos tipográficos.
      Por fim temos também “com flores no regaço”, que está estrategicamente colocado logo a seguir à forma da “nossa” pagã triste.
      A composição é a combinação de vários elementos tipográficos que nos dão uma imagem de suavidade, conjugado com a brevidade das situações e momentos que estão presentes na nossa memória.


Mariana Cintra e Catarina Cruz

Proposta trabalho 2 - Álvaro de Campos

Álvaro de Campos


Álvaro de Campos é, entre os heterónimos de Fernando Pessoa, o que mais se assemelha ao Ortónimo, pelas suas temáticas complexas. A sua evolução é definida através de três fases, conhecidas como as três faces de Álvaro de Campos.

Os versos que trabalhámos tipograficamente pertencem ao seu poema ‘Ode Triunfal’ que se enquadra na fase futurista. Para por fim ao seu desencanto pela vida, o heterónimo começa a aprecia-la com os sentidos, querendo sentir tudo de um modo exagerado e compulsivo. A sua forte adesão ao Sensacionismo leva-o a atitudes sadomasoquistas, devido à sua atracção febril pelas máquinas. O Futurismo é aqui também tematizado, uma vez que se trata também do exacerbamento da força, da energia, da civilização mecânica e do aniquilamento do passado. A importância da sensação é mostrada nos seus poemas através duma linguagem torrencial e exuberante, com marcas de oralidade, que visam expressar o mundo do progresso técnico. É na máquina irracional e exterior, que se projectam os sonhos e desejos do poeta. Campos busca exprimir a energia ou a força que se manifesta na vida.

Tendo em conta as características temáticas de Álvaro de Campos, procurámos representar o significado dos versos Ó rodas, ó engrenagens, r-r-r eterno/ forte espasmo retido dos maquinismos em fúria’ através da arte de criação na composição, a tipografia.

O primeiro verso começa com a letra ‘Ó’ que antecede ‘rodas’ e ‘engrenagens’ e que é realçado com o volume preto da letra, representando assim o arranque forte dos maquinismos. O ‘rrr (eterno)’ foi escrito à volta da palavra ‘eterno’ simbolizando assim o infinito do som, remetendo aqui para a obsessão de Campos em sentir tudo de uma forma exagerada e doentia. A palavra ‘engrenagens’ é incluída no ‘t’ de eterno, uma vez que são as engrenagens que, ao trabalharem, produzem o som que é aparentemente infinito. Uma vez que ‘espasmos’ remete para o desequilíbrio, a palavra apresenta-se estremecida. O adjectivo ‘fortes’, que antecede os espasmos e visa reforça-los aparece então carregada e em dimensões maiores, salientando assim a violência causada pelos maquinismos. As letras mostram graficamente o processo sonoro e movimentado das máquinas a trabalhar, assim como o exacerbamento da energia e da força. A palavra ‘retido’ está como que presa entre duas paredes e mesmo as letras mostram um certo enclausuramento visível na sua dimensão. Uma vez que ‘os maquinismos’ estão em fúria é mostrada uma explosão de letras no lado esquerdo da composição, como que a simbolizar a confusão e a explosão de movimento e trabalho das máquinas. ‘os maquinismos’ estão como a ser sugados pela explosão e a palavra ‘fúria’ está desenhada com um efeito carregado e ao mesmo tempo ponto e agudo, remetendo para a dor, a pressão, a força. O próprio autor do poema era como que ‘arrastado’ pelo comportamento das máquinas e o sentir tudo de todas as maneiras, de forma agressiva e exagerada, daí também os efeitos violentos da ‘fúria’.


A composição consiste assim numa mística de sensações carregadas que visam salientar a obsessão de Álvaro de Campos pelos maquinismo e retratar o barulho, o trabalhi e o movimento árduo das máquinas a trabalhar, sendo transmitidos sons fortes através da tipografia.



Mariana Cintra e Catarina Cruz






Proposta trabalho 2 - Alberto Caeiro

Alberto Caeiro

          Alberto Caeiro é considerado o mestre dos heterónimos de Fernando Pessoa, uma vez que é o único que se considera feliz. Este capta a realidade objectiva através dos sentidos e valoriza principalmente o olhar. Assume uma posição anti-metafísica, rejeitando o vício de pensar e tudo o que vai para além do imediato. Caeiro aceita a vida de uma forma pacífica, vive o presente e tem uma relação muito especial com a Natureza, sendo ligado ao panteísmo. Simples e espontâneo, escreve com total clareza, sem se preocupar com a formalidade dos seus poemas, dando primazia ao verso livre e à métrica irregular.

A nossa composição visa transmitir o significado dos versos ‘ Tristes das almas humanas, que põem tudo em ordem, /Que traçam linhas de coisa a coisa, /Que põem letreiros com nomes nas árvores absolutamente reais, /E desenham paralelos de latitude e longitude/Sobre a própria terra inocente e mais verde e florida que isso! ‘ do poema ‘Um Renque de Árvores‘ de Alberto Caeiro através da utilização da tipografia.



         ‘Triste das almas humanas que põem tudo em ordem’ é o primeiro verso e como tal apresenta-se na parte de cima da composição. A palavra ‘tristes’ foi carregada e está desenhada com efeitos pontiagudos para mostrar a frieza do sentimento, assim como a letra ‘i’ parece chorar, formando uma cara entristecida por baixo das letras. O significado da palavra é imediatamente lido pelas suas características. O verso é também apresentado em vários níveis de posicionamento uma vez que está ‘tudo em ordem’. Assim a palavra ordem é metade escrita dentro do ‘O’ de ordem, remetendo para a arrumação e o arranjo das palavras. A palavra ‘tudo’ é a mais realçada do verso pela sua letra carregada, uma vez que visa simbolizar a ideia da totalidade, do facto de ser tudo englobado neste só conceito, de não haver excepções a esta constante ordenação. Pela simplicidade ‘dos paralelos’ desenhados, ‘que traçam linhas de coisa a coisa’ é apresentado de uma forma totalmente vulgar, enquanto que ‘Que põem letreiros com nomes nas árvores absolutamente reais’ é escrito no formato de uma árvore, salientando assim a total verosimilhança das árvores e da sua forma. O ‘E’ que antecede o ‘desenham’ é mais carregado dando continuidade à composição, uma vez que leva o observador a perceber que há ainda mais significados. Também ‘desenham’ tem em si um efeito que visa a mostrar a arte manual do desenho assim como a Longitude e a latitude são representadas consoante o seu significado, isto é, a longitude mede-se na vertical, assim como a latitude na horizontal. A palavra ‘inocente’ caracteriza a terra e é por isso desenhada com uma letra mais juvenil, salientando assim esse carácter novo e fresco da terra. O mesmo se passa com a palavra ‘florida’ que é desenhada com uma letra mais redonda, remetendo para a felicidade e a beleza das flores. As letras são também posicionadas em diferentes níveis mostrando espontaneidade e juventude.

Por fim a terra é desenhada com as linhas de texto, que não tem conteúdo relevante para a mensagem mas visam realçar que mesmo com a ordem de todas as palavras, ainda há muito debaixo da terra que não é desenhado nem produzido pelo Homem.




Mariana Cintra e Catarina Cruz

segunda-feira, 21 de março de 2011

Memória descritiva - Elementos básicos da comunicação visual


  • Textura;
  • Escala;
  • Movimento;
  • Dimensão;
  • Forma;
  • Direcção;










Escolhi esta imagem para falar sobre os elementos basicos da comunicação visual, pois acho que é uma imagem bastante completa relativamente ao que eu procurava.
Vou começar por falar da textura, é o elemento visual que substitui o elemento físico, o tacto, esta pode ser reconhecida através de apenas um só elemento da comunicação ( visual ou físico) ou então pela junção de ambos. A textura está presente nesta foto na medida em que podemos ver quase que em "3D" o impacto da Bola na estrutura do predio, cria-nos uma imagem visual de grande impacto e com ele um efeito directo na estrutura, dai poderemos verificar a textura do impacto provocado pela bola no prédio.
A escala é facilmente detectada nesta fotografia, a propria montagem implica uma modificação das medidas normais de uma bola de futebol, apenas com uma alteração poderemos ver uma bola suficientemente pesada para destruir um prédio. O homem é o determinante na elaboração da escala, "Nas questões de design que envolvem conforto e adequação, tudo o que se fabrica está associado ao tamanho médio das proporções humanas".
O movimento está também presente nesta imagem, é um elemento dificil de detectar numa imagem parada, no entanto certas caracteristicas e perspectivas dão-nos a sensação de movimento, neste caso, o movimento está presente mais uma vez na trajectoria da bola.
A dimensão, implica também uma disposiçao especifica dos elementos a observar, mais precisamente a perspectiva e jogo de luz e sombras, para que a dimensão seja também destacada na fotografia.
A forma, está intimamente ligada com a estrutura da bola, ou seja, o circulo que nos remete para uma associaçao, como sabemos o circulo faz parte das formas básicas ( assim como o triangulo e o quadrado). Tudo aquilo que nos rodeia tem como origem básicas estas três formas.
E, por fim, mas não menos importante, a direcção, como sabemos as formas básicas apresentam três direcções elementares visuais, sendo elas a direcção horizontal, vertical e diagonal. O percurso direccional aqui presente é a diagonal. Muitos autores defendem que a trajectória diagonal possui uma força mais instavel e agressiva.
Gostaria de concluir esta pequena análise desta imagem, tendo em conta os elementos básicos de comunicação visual dizendo que apesar de alguns elementos estarem evidentemente mais presentes do que outros, numa imagem, na essencia desta, todos eles estão presentes. É muitas vezes dificil definir onde acaba um e começa o outro, pois em principio todas as imagens começarão com um ponto e terão alguma cor. Depois de analisar vários tipos de imagens e ler alguns textos sobre estudiosos da área penso que uma imagem é isso mesmo, um conjunto de elementos básicos, onde se evidenciam mais um do que outros, consoante a imagem, a informação que queremos que marque o nosso receptor.
São estes elementos básicos que constroem desde a nossa imagem mais simples à mais complexa, através deles desenvolvemos os nossos pensamentos, exploramos ideias e desenvolvemos tambem a capacidade de comunicação visual, pois estes permitem-nos através de simples imagens, simbolos construir as nossas imagens mentais.


Mariana Cintra


Resultado final da primeira proposta



O nosso primeiro trabalho na disciplina de Design e Comunicação Visual consiste numa colagem feita à mão onde procuramos juntar vários elementos que visam a traduzir visualmente cinco palavras da música 'We just dont care' do cantor John Legend, nomedamente 'love', 'fire', 'stars', 'world', 'break rules', 'follow' e 'fun'.
A colagem é composta por inúmeras imagens e ideias que fomos coleccionando ao longo do percurso de montagem. A imagem do mundo foi retirada duma revista e a esta foi sobreposta uma outra fotografia de um coração feito com mãos humanas, que visa simbolizar a presença indispensável do amor em toda a parte. O coração, comparado com o tamanho real e em proporção com o do mundo está muito maior que o normal, sendo que o elemento básico de comunicação visual a escala foi utilizado assim para o realçar. A ideia do mundo se mover constantemente é enfatizada pelo pormenor dos pedaços de massa à volta do elemento que mostram esta rotação constante e criam dinâmica e movimento. A presença de estrelas à volta do mundo estabelece a ligação entre o mundo e o que está para além do tocável e do visível, despertando no observador um sentimento de sossego representado pelo cariz especial da noite.
Uma das imagens que possivelmente atrai mais o observador na sua primeira observação do trabalho é o coração feito por aparas de lápis, que dão textura ao elemento e o tornam mais dinâmico. As cores das aparas também apontam para a felicidade, que está sempre ligada ao amor. Podemos ver também outras imagens, como por exemplo uma duma chama, queimada à volta, tornando-se com este efeito mais real e simbolizando o fogo da paixão e a força que o amor, tal como o fogo, tem. A seta feita de bocados de papel ou a palavra ''GO'' feita de legos funcionam como uma direcção e encorajam de certa forma o observador a arriscar a felicidade. A palavra, uma vez feita com material tocável como o lego e devido às sombras desenhadas apresenta-se em três dimensões, tornando-se assim mais real,. A textura é também visível na palavra LOVE, escrita com areia, assim como é de se notar a presença do cadeado (simbolizando a união) ou o exemplo de escala presente no tamanho do mundo ou na mão que segura o casal de namorados. A presença de flores em tons rosa manifestam imediatamente a ideia de alegria, paixão, e felicidade, pelo seu cariz cromático e pela ligação do elemento à estação da primavera, que por sua vez simboliza o iniciar duma fase.
É de se notar a presença da imagem de um casal de namorados, sobreposta pela frase ‘BREAKING THE RULES’, que tem como objectivo encorajar o observador a amar sem limites e a arriscar certas atitudes em prol da felicidade. A rapariga a soprar pedaços de papel em direcção à câmara mostra no fundo a impulsividade das pessoas e a necessidade de se praticar estas pequenas atitudes que simbolizam liberdade de expressão e a ousadia de arriscar. A imagem apaixonada do casal no canto superior direito sublinha novamente a ideia geral do amor, assim como a cor vermelha de fundo da colagem, que uma vez pintada de uma forma básica e sem perfeccionismo pretende de certa forma caracterizar este sentimento: forte e vivo mas nem sempre com a perfeição total a que muitas vezes é associado.
Optamos por apresentar na capa do CD um ‘’resumo’’ das ideias presentes na imagem, isto é, escolhemos mostrar uma parte do coração, a imagem dos namorados no canto superior direito, a palavra ‘LOVE’ que resume o projecto visual, a chama que mostra assim a força deste sentimento etc. As flores foram seleccionadas para elemento central porque focam em si toda a vivacidade e a felicidade que queríamos transmitir. Por outro lado, para a imagem do CD em si optamos por nos focalizar no mundo e na imagem sobreposta do coração feito por alguém e que simboliza nitidamente a presença do amor e a urgência de união entre as pessoas em toda a parte. Pretendemos assim apelar à necessidade da paixão, do amor e do sentimento mais puro que pode ser vivido pelos Homens no mundo.
Pensamos que os nosso objectivos foram bem conseguidos neste trabalho, uma vez que transmitimos as ideias que pretendíamos: traduzir os conceitos da música escolhida em elementos visuais, que os visam a representar e mostrar neste caso particular a força que o amor tem no mundo e em todas as pessoas que o vivem.
 
 
Mariana Cintra e Catarina Cruz


Fases do primeiro trabalho







Começámos por recolher imagens e símbolos que pudessem representar os conceitos apreendidos da letra da música. Posteriormente juntámos as ideias e iniciamos a colagem. A imagem do mundo foi retirada duma revista e a esta acrescentámos uma outra imagem de um coração, que mostra assim a presença indispensável do amor em toda a parte. Na segunda imagem podemos ver um coração feito com aparas de lápis, que dão textura ao elemento e o tornam mais dinâmico. Há aqui também uma evolução de ideias no formato do símbolo, nomeadamente a nível estético. Podemos ver também nas restantes imagens, por exemplo uma imagem duma chama, queimada à volta, tornando-se com este efeito mais real e simbolizando o fogo da paixão e a força que o amor tem, tal como o fogo. A seta feita de bocados de papel ou a palavra ''GO'' feita de legos funcionam como uma direcção e encorajam de certa forma o observador a arriscar a felicidade. A palavra, devido às sombras desenhadas apresenta-se em três dimensões, tornando-se assim também mais real. A textura é também visível na palavra LOVE, escrita com areia, assim como é de se notar a presença do cadeado (simbolizando a união) ou o exemplo de escala presente no tamanho do mundo ou na mão que segura o casal de namorados. A última imagem consiste na versão experimental e de rascunho da colagem
 
Mariana Cintra

Primeira proposta

A minha primeira proposta de trabalho da disciplina Design e comunicação visual foi feita com a minha colega de turma, Catarina Cruz. A ideia era escolhermos a letra de uma musica e dessa letra, seleccionar sete palavras ou termos para então, mais tarde reproduzirmos os mesmos através de elementos visuais que traduzam o significado dessas mesmas palavras.
A musica que escolhemos foi “We just don’t care” do John Legend e as palavras que seleccionamos para reprodução no nosso trabalho foram: “love”, “fire”, “stars”, ”world”, “break rules”, “follow” e “fun”.
Para reproduzir a nossa escolha optamos por fazer uma colagem à mão com objectos, símbolos, fotografias ou palavras que transmitam a nossa combinação de palavras escolhidas. Vou publicar também as fotografias das várias fases do trabalho e também, posteriormente o resultado final assim como uma memória descritiva do nosso trabalho.
Mariana Cintra